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Bandidos invadem casa de vereador em Manacapuru e levam R$15 mil

O caso será investigado pela delegacia de Manacapuru - foto: divulgação

O caso será investigado pela delegacia de Manacapuru – foto: divulgação

A empregada doméstica do vereador Natanael Nogueira do município de Manacapuru (a 87 quilômetros de Manaus), Leane Cruz da Silva, 26, foi feita refém – agredida, amarrada e amordaçada – durante um assalto que ocorreu na manhã desta terça-feira(25) na residência do parlamentar, localizada na rua Coronel Juvêncio Soriano, bairro São José. Os bandidos chegaram a levar joias e eletrodomésticos avaliados em R$15 mil.

Segundo um familiar do vereador, Leane lavava o banheiro do quarto do vereador,  quando foi agredida com uma pancada na cabeça.

“Ela foi agredida com um golpe na cabeça, não sabe com o quê, exatamente. Mas com o golpe ela desmaiou. A irmã dela, uma babá de 17 anos – que também trabalha na residência – havia saído minutos antes e, tinha acabado de chegar a casa, junto ao motorista, que a deixou no portão e saiu. No momento em que ela entrou, percebeu que a casa estava trancada, no escuro e pediu socorro”, explicou a ação dos suspeitos.

De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru, Antônio Rodrigues da Silva, uma nova diligência será realizada com a presença das vítimas, a fim de entender como foi a ação dos suspeitos. “Amanhã será realizada às 9h, uma nova diligência no local do crime, para tentar coletar mais dados para as investigações. Pedi da Leane o exame de corpo de delito e vou solicitar um exame complementar para saber se com a lesão ela poderia desmaiar”, disse.

Ainda de acordo com a polícia, no momento do roubo, a doméstica estava em casa com uma criança de 2 anos, neta do vereador. Ela não soube repassar detalhes da ocorrência, uma vez que não percebeu a entrada dos suspeitos. Ela relatou que recebeu uma paulada e desmaiou. Quando ela acordou já estava amordaçada, com pés e mãos amarrados e jogada no chão. Da residência foram levadas várias joias, relógios, liquidificador e outros objetos, cujo valor se aproxima de R$ 15 mil.

O caso segue em investigação por meio da equipe da Delegacia do município.

Por Thaís Gama

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