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Foragido da Justiça tenta roubar empresário e acaba baleado no queixo

TATA

Foragido da Justiça do regime semiaberto, Betinho Souza de Oliveira, 41, foi preso acusado pela polícia de tentar roubar na última terça-feira (15) o empresário Raimundo Nonato Monteiro Machado, 53, durante uma “saidinha de banco” (roubo nas proximidades de agências bancárias). De acordo com a assessoria da Polícia Civil, a vítima é investigador da Polícia Civil e ainda baleou no queixo o acusado.

A prisão de Betinho ocorreu durante a ação da Secretaria Executiva-Adjunta de Operações (Seaop) na avenida Desembargador João Machado, bairro Planalto, Zona Centro-Oeste, por volta das 14h da última terça-feira. De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Roubos Furtos e Defraudações (Derfd), Adriano Félix, o empresário havia efetuado um pagamento da fatura do cartão de crédito e saiu da agência com a quantia de R$ 2 mil.

“A vítima estava saindo de uma agência bancária e, após fazer o pagamento do cartão, sobrou uma quantia de R$ 2 mil, que estava em seu bolso. Quando a vítima adentrou o carro, no estacionamento do Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC), o criminoso abordou o investigador e exigiu a quantia em dinheiro. O criminoso ainda efetuou duas coronhadas na vítima, que repassou o valor. O criminoso deu um vacilo e a vítima pegou o revólver e eles começaram a lutar, foi quando houve o disparo”, relatou.

Ainda conforme o delegado, a vítima reagiu porque percebeu uma falha do acusado. Betinho foi apreendido com um RG falso, com o nome de Alex Gomes dos Santos, e uma motocicleta modelo CG Titan 150, de cor branca e placa PHB 1545. Ele recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminha do pronto-socorro João Lúcio, Zona Leste. Ontem, após receber alta médica, mas com a bala alojada no queixo, o acusado foi levado à Derfd e autuado.

“Ele fugiu do sistema prisional no ano passado e já responde por cinco roubos, entre eles um crime de ‘saidinha de banco’, no qual foi preso pela Derfd, em 2012. Estamos investigando tanto a participação do comparsa como de outras pessoas envolvidas”, completou.

De acordo com a polícia, após receber os atendimentos, Betinho foi liberado e conduzido à delegacia. Ele não chegou a prestar depoimento, porque a bala está alojada na boca e ele sente bastante dor.

Por Thaís Gama

 

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