Holofotes

Atração mais aguardada da Parada LGBT, Anitta faz show-relâmpago

Na participação, que durou cerca de vinte minutos, ela cantou sucessos como Bang – Divulgação

Atração mais esperada desta edição da Parada LGBT, a cantora Anitta fez uma apresentação-relâmpago em cima do penúltimo trio elétrico a passar pela Paulista.

Na participação, que durou cerca de vinte minutos, ela cantou sucessos como Bang, Sim ou Não, Essa Mina é Louca e Paradinha.

Ao final, ela se despediu do público e se desculpou por ter que ir embora tão rápido. “Foi uma palhinha mesmo, pessoal”, disse. Segundo a organização, ela tinha que pegar um voo às 16h30.

Mais cedo, no Twitter, Anitta já havia adiantado que sua participação na Parada seria rápida, afirmando que a divulgação de como seria sua participação “não foi clara”.

Anitta se desculpa por apresentação-relâmpago na Parada LGBT

Antes de ir, ela agradeceu a presença do público. “Nunca me senti tão amada como hoje. Espero poder fazer pela causa um pouco do que vocês fizeram por mim hoje”.

Em seguida, ela saiu escoltada por um batalhão de seguranças no meio da multidão. “Pessoal, me ajudem a chegar viva em casa hoje”, disse antes de deixar o trio.

A apresentação-relâmpago frustrou alguns, como o estudante Vinicius Vieira, 18. “Ela poderia ter cantado mais.”

Para ele, é bom ter uma artista do porte da Anitta defendendo a causa gay, mas não deixa de uma ação de marketing. “É um pouco das duas coisas.”

AO VENTO

O escape de ar do túnel da estação Trianon-Masp do metrô virou point de selfies dos participantes da Parada LGBT.

Com bandeiras do movimento, grupos de amigos aproveitavam o vento que subia das grades para dar um efeito especial nas fotos.

“É para ficar poderosa igual a Anitta”, diz a estudante Anny Silva, de 19 anos. Ela diz que é de Maceió e mora em São Paulo há quatro anos, mas é a primeira vez que vai à parada.

A operadora de telemarketing Jennifer Ramos também posou para fotos em cima da grade. “Essa vai para o perfil do Facebook”, disse segurando a bandeira colorida.

Folhapress

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