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Atletas convocados para Copa Pacífico podem ficar fora da competição por falta de patrocínio

Parte do grupo dos nadadores do Amazonas podem ficar fora da competição por conta da falta de patrocínio - foto: Emanuel Mendes Siqueira

Parte do grupo dos nadadores do Amazonas podem ficar fora da competição por conta da falta de patrocínio – foto: Emanuel Mendes Siqueira

Apesar de terem sido convocados para compor a seleção brasileira e representar o Brasil na Copa Pacífico 2015, na Colômbia, parte do grupo dos nadadores do Amazonas vê a oportunidade “escorrer por água abaixo”. Tudo porque o time do Instituto Pedro Nicolas, ainda não conseguiu patrocínio para passagens, estadia e alimentação.

A competição será realizada dos dias 23 e 26 de setembro, na cidade de Palmira.

Uma diária de U$ 50 de hospedagem e aproximadamente R$ 2,6 mil de passagens aéreas, são somente alguns dos gastos que os atletas terão de arcar para chegar a Colômbia e conseguir participar da competição. “Ainda não temos dinheiro para passagem e nem nada. Este ano está pesado, a prefeitura ainda não conseguiu nos repassar nada. Por isso, estamos buscando patrocínio, estamos fazendo rifas para conseguir dinheiro”, revelou a nadadora Rebeca Severiano, 18.

Assim, como Rebeca, passam pela mesma situação Caio Sakamoto, 14 e Elysa Maia, 14, que competem na categoria Juvenil A.

Rebeca vai competir pela categoria Juvenil B. Esta é a segunda vez que ela participa da Copa Pacifico. Ano passado esteve no Equador.

“Foi minha primeira vez e a gente vai ganhando experiência e crescendo. Ano passado fomos ‘no susto’. O governo repassou a passagem na última hora. Ganhei a passagem porque alcancei o 5º lugar no ranking brasileiro, na categoria Junior Sênior”, explicou.

Apesar de ainda não ter a certeza que vai poder representar o Brasil na copa, a atleta cumpre uma rotina de treinos pesada, focada na competição. “O nosso treinador tem feito uma hora de preparação e duas dentro d´água. Nesses últimos meses ele têm nos passado trabalhos específicos para evoluir e alcançar maiores resultados. Cada semana é um ciclo novo para aumentar a intensidade e o volume dos treinos”, explicou.

O treino de Rebeca junto aos demais atletas é feito a noite. “Depois de um dia de trabalho vou cansada para os treinos, mas vale o esforço”, ressaltou.

Rebeca foi incentivada pela mãe a começar a nadar quando tinha 8 anos de idade. “Minha mãe me levava todos os dias por causa de um problema que tinha na coluna e fui gostando e fiquei”, revelou.

Por Ive Rylo

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