Eleições 2016

Até o fim da votação, 19 pessoas foram presas por crime eleitoral em Manaus

Entre os crimes eleitorais cometidos estavam, boca de urna e transporte ilegal de eleitores - foto: divulgação

Entre os crimes eleitorais cometidos estavam, boca de urna e transporte ilegal de eleitores – foto: Márcio Melo

Até o final da tarde deste domingo (2), 19 pessoas foram presas, somente em Manaus, por crime eleitorais, vendas de bebidas e desordem, segundo informações do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM).

De acordo com o órgão, deste total, 13 pessoas foram encaminhadas a unidade descentralizada do TRE, localizado na Universidade Nilton Lins, no bairro Parque das Laranjeiras, Zona Centro-Sul, e seis detidos conduzidos à sede da Polícia Federal do Amazonas, situado no bairro Dom Pedro, Zona Oeste. Entre os crimes eleitorais cometidos estavam, boca de urna e transporte ilegal de eleitores.

Ainda segundo o TRE-AM, os maiores casos de irregularidades foram registrados no interior do estado do Amazonas.

“Nós temos a compreensão de que agora por ser proibido a doação de pessoas jurídicas aos partidos dos candidatos, esse fato refletiu nessa situação de ilicitude, onde algumas pessoas tentaram fazer compras dos votos. Isso foi registrado até a tarde do domingo somente nos interiores do Amazonas. Estivemos atuando com todo rigor e abriremos inquéritos para apurar os fatos. O que importa é que tiramos de circulação esse esquema ilegal de compra de votos que poderia atrapalhar o pleito eleitoral”, disse o órgão.

O TRE-AM explicou que algumas pessoas apreendidas nesta eleição assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foram liberadas em seguida. As que sofreram flagrante em crime de maior ofensividade serão indiciadas criminalmente, podendo ser penalizadas com detenção ou prestação de serviços comunitários.

“Após a apreensão dessas pessoas é feita uma audiência com o juiz eleitoral onde é assinado um TCO, dependendo da situação. Nos casos mais grave, é instaurado a ação penal, podendo o acusado ser condenado ou absolvido”, finalizou.

Por Gerson Freitas do jornal EM TEMPO

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