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Assassino da deputada britânica Joanne Cox pode ter problemas mentais

Britânicos fazem homenagens em memória de Jo Cox, como a deputada assassinada era conhecida – foto: Hannah Mckay/Agência Lusa

Britânicos fazem homenagens em memória de Jo Cox, como a deputada assassinada era conhecida – foto: Hannah Mckay/Agência Lusa

Tommy Mair, de 52 anos, que baleou e esfaqueou a deputada britânica Joanne Cox, perto da cidade de Leeds, foi preso pouco depois do ataque, nessa quinta-feira (16). A polícia acredita que ele pode ter problemas mentais. A deputada de 41 anos, representante de West Yorkshire, não resistiu aos ferimentos.

O ataque ocorreu no meio da rua, perto da cidade de Leeds. A polícia prendeu o assassino, um britânico de 52 anos, no local do crime, relata o jornal The Telegraph.

Tommy, que é de Kilmarnock (Escócia), teria gritado “Britain first! [A Grã-Bretanha em primeiro lugar]” antes do ataque. Depois, ele disse à polícia que tinha feito um “tratamento psicoterapêutico e tomado medicamentos”.

Durante a detenção, as autoridades apreenderam as armas e revistaram a casa dele. É também sabido que o indivíduo tem um histórico de problemas mentais e colabora com revistas de extrema-direita.

A deputada morta era a favor da permanência do Reino Unido na União Europeia. Após o ataque, as iniciativas de campanha a favor e contra o “Brexit [saída do Reino Unido da UE]” foram suspensas. Um referendo, na próxima quinta-feira (23), decidirá a situação.

Por Agência Brasil

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