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Assassino confesso de mãe e filho matou porque não gostou de ser chamado de ‘corno’

 suspeito foi autuado por homicídio qualificado por motivo fútil - foto Márcio Melo

suspeito foi autuado por homicídio qualificado por motivo fútil – foto Márcio Melo

“Eu matei porque ela me chamou de corno várias vezes e o Matheus porque tentou me matar”, disse Eldimar Figueiredo Ribeiro, 23, em depoimento à polícia. O homem é assassino confesso da dona de casa Rosely de Castro Marinho, 41, e do filho dela, Matheus Marinho Martins, de 17 anos. Eles foram mortos dia 6 de dezembro, na Zona Oeste da cidade.

Mãe e filho foram achados com mais de quarenta facadas, dentro da casa onde moravam, localizada na rua na rua Campos Sales, bairro compensa 2.

O homem foi preso pela Polícia Militar na tarde dessa segunda-feira (14), em uma casa localizada no bairro Educandos, Zona Sul de Manaus, após uma denúncia feita pelos próprios parentes do suspeito, informando a localização do criminoso.

De acordo com o titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o homem que era vizinho da vítima, confessou o crime e deu detalhes de como aconteceu.

“Ele falou que no dia do crime, quando chegou do trabalho, a vítima o chamou de corno por várias vezes, por conta de uma separação da ex-esposa. Devido a isso, ele começou a se drogar, em seguida entrou pelos fundos da casa da mulher, pegou uma faca e desferiu as facadas nela. O adolescente, na tentativa de ajudar a mãe, pegou outra faca e tentou esfaquear o suspeito, porém, o criminoso foi mais rápido e golpeou o jovem”, disse o delegado.

Ainda conforme o titular da especializada, a frieza com que o assassino contou os detalhes é surpreendente. “Ele falou tão naturalmente: ‘dei 22 facadas nela e 31 nele; depois fugir’, como isso fosse muito normal” concluiu Martins.

O suspeito foi autuado por homicídio qualificado por motivo fútil. Após os procedimentos, será levado para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro da cidade, onde ficará à disposição da Justiça.

Por Mara Magalhães

Com informações de Ana Sena

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