Dia a dia

Arthur vai a Brasília em busca de recursos do governo federal para cerca de 50 projetos

As propostas apresentadas pelo secretariado em reunião somam o montante de R$ 250 milhões – foto: divulgação

As propostas apresentadas pelo secretariado em reunião somam o montante de R$ 250 milhões – foto: divulgação

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, vai levar a Brasília, ainda esta semana, pelo menos 50 projetos visando ajuda financeira do governo federal. No total, as propostas apresentadas pelo secretariado na manhã desta segunda-feira (6) somam o montante de R$ 250 milhões.

“Pedi a todos fizessem projetos de valor não muito alto, de modo que em curto espaço de tempo, possamos trazer esse dinheiro para nós”, disse.

Conforme o prefeito, os projetos apresentados pelos secretários são voltados para o ramo da saúde, educação e infraestrutura da cidade de Manaus. Cada projeto individualmente custa entre R$2 a R$ 4 milhões. “A técnica que vou usar será de lavar projetos grandes e pequenos. Porque os grandes eu sei que eles não vão aprovar, mas os pequenos sim. Não tem como eles darem negativa para os dois”, explicou.

Por conta da crise financeira, Arthur Neto ressaltou que cortou gastos em praticamente todos os setores. Mesmo assim, está trabalhando intensamente junto com os demais secretários para concluir os projetos que estão em andamento.

“Reduções de gastos estão acontecendo parta manter investimentos. Os investimentos estão ai, quase toda semana a gente inaugura uma média de uma e meia obra por semana, o que dá quase dez obras toda semana, incluindo sábados e domingo”, destacou.

Arthur Neto disse, ainda, que os projetos apresentados pelos secretários funcionarão como estoque de segurança para a cidade de Manaus.

“Minha preocupação é ter um estoque de projetos que sendo aprovados aos poucos, paulatinamente, forjem um colchão de segurança para Manaus em 2017. A gente quer pensar não só no momento em que a gente vive, mas nas futuras gerações, nos futuros anos e de maneira muito clara e objetiva no próximo ano que é 2017. A gente tem que ter um colchão de prevenção, porque eu prevejo que 2017 será um ano ainda de crise, infelizmente”, finalizou.

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