Eleições 2016

Arthur comemora diferença dos votos para segundo colocado e dispara contra Henrique e Melo

Sobre as alianças para o segundo turno, Arthur foi categórico e dispensou a ajuda de Henrique Oliveira - foto Ione Moreno

Sobre as alianças para o segundo turno, Arthur foi categórico e dispensou a ajuda de Henrique Oliveira – foto Ione Moreno

Ao lado do candidato a vice, Marcos Rotta, do senador Eduardo Braga e do filho Arthur Bisneto, o atual prefeito de Manaus, Arthur Neto, recebeu os seus correligionários na ‘Estação 45’, na Zona Leste da cidade, após a apuração do resultado do primeiro turno neste domingo (2). Empolgado e agressivo com as palavras, ele comemorou a diferença para o segundo colocado, Marcelo Ramos, e mostrou otimismo para o segundo turno.

“É hora de homenagear os votos que tivemos, pelo esforço que fizeram. Tivemos um bom tempo de rádio e televisão e isso é importante numa eleição. Eu fui privilegiado, mas o candidato que vai ao segundo turno também foi privilegiado nisso. Isso explica muito do êxito parcial que ele teve e do êxito parcial que eu obtive”, declarou o candidato à reeleição ao saber sobre os questionamentos que Ramos pretende fazer na justiça eleitoral sobre os programas de direito de resposta que o tucano teve direito antes da votação.

Sobre as alianças para o segundo turno, Arthur foi categórico e dispensou a ajuda de Henrique Oliveira – que ficou em penúltimo lugar com 16.825 votos. O tucano disse que ele é vice do governador José Melo e, portanto, mesmo não tendo culpa, representa o governo que trouxe caos para a saúde pública.

“Obviamente, vamos conversar com todo mundo e, principalmente, conversar com as pessoas. Já exclui o candidato Henrique. Por mais estima que eu tenha por ele, mas o candidato cheira a José Melo e eu quero Melo distante de mim, como o diabo foge da cruz. O que eu quero excluir é a ligação com o candidato que representa o governo que está aí. Esse caos que a gente vê e que faz tanto mal ao povo de Manaus. Ele não tem culpa nisso, tenho que ser justo, apenas representa um governo que é o responsável junto com o seu antecessor pelo caos na saúde pública. Um caos que deriva da incompetência, quem sabe, da corrupção, quem diz é a polícia federal”, esbravejou Arthur.

Por equipe EM TEMPO online
Com informações de André Tobias

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