Dia a dia

Após sofrer ameaças, estudante é assassinado, na Zona Leste

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) - foto: Michelle Freitas

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) – foto: Michelle Freitas

Após passar quase um mês recebendo ameaças de morte, o estudante Erick Giovanni Alves da Costa, 19, acabou sendo assassinado com três tiros. O caso ocorreu na noite deste sábado (5), em frente à  residência localizada na rua J, no bairro São José 3, Zona Leste de Manaus. Erick chegou a ser levado para o Hospital  e Pronto Socorro Platão Araújo, mas, não resistiu aos ferimentos.

A prima da vítima, que não quis se identificar, de 23 anos, contou que Giovanni estava indo encontrar uma garota identificada por ‘Pâmela Ingrid’, com quem ele estava tendo um relacionamento amoroso. Ela acredita que ele possa ter sido vítima de uma emboscada.

“Meu primo tinha acabado de chegar em casa, quando disse que ia sair para encontrar essa garota. Quando ele chegou no portão, veio um homem e atirou três vezes, perfurando seus ombros e a perna direita.  Na esquina da via, estava um carro de modelo Golf, de cor prata, eparado, com dois homens  esperando esse atirador, que fugiu rapidamente”, disse.

A prima do estudante contou ainda que, desde o dia 12 de agosto, o mesmo vinha recebendo ameaças de morte, após a sua ex-namorada identificada como ‘Mirella’, que tem um filho junto com ele, ter brigado com outra garota na Comunidade da Portelinha. “Nessa data, a ex-mulher dele brigou com outra garota na Comunidade da Portelinha.
Não sabemos exatamente o motivo dessa desavença. Porém, o meu irmão começou a ser ameaçado por gente de dentro da cadeia, mas não sabemos quem foi o mandante do crime”, destacou.

Segundo a prima de Erick, assim que o jovem passou a ser ameaçado, sua mãe o mandou morar na casa da avó, e somente esta semana, após ela acreditar que as ameaças haviam parado, deixou que ele voltasse para casa.
“Giovanni tinha voltado a morar aqui no bairro fazia uma semana, porque nesse tempo ele ficou na casa da avó devido essas ameaças que ele recebia diariamente”, comentou.

O caso foi registrado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), mas até o momento desta postagem, a polícia ainda não tinha pistas do atirador.

Por Michelle Freitas

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