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Após reunião, rodoviários cancelam paralisação do transporte coletivo

Segundo a Semcom, a categoria decidiu esperar o prefeito de Manaus, Arthur Neto, retornar de Brasília para  decidir cruzar, ou não, os braços - foto: divulgação

Segundo a Semcom, a categoria decidiu esperar o prefeito de Manaus, Arthur Neto, retornar de Brasília para decidir cruzar, ou não, os braços – foto: divulgação

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM) cancelou na tarde desta segunda-feira (25), a paralisação dos ônibus que estava marcada para amanhã (26). Segundo a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom), a categoria decidiu esperar o prefeito de Manaus, Arthur Neto, retornar de Brasília para  decidir cruzar, ou não, os braços.

Conforme informações da secretaria, os representantes do sindicato se reuniram na tarde de hoje e,  decidiram aguardar o retorno para que o chefe do Executivo municipal interceda junto às empresas e busque uma solução que também contemple os trabalhadores, sem reajustar a tarifa e nem paralisar o sistema.

Em entrevista ao EM TEMPO Online, no último sábado (23), o vice-presidente do sindicato, Josildo Oliveira, informou que o motivo da paralisação é  o não pagamento do reajuste anual da categoria, realizado todo dia 1º de maio, sendo que este ano, os empresários informaram que não irão efetuar o aumento salarial.

“Queremos o aumento salarial. Toda categoria, independente do cenário político e da crise que o Brasil se encontra, tem esse direito. A única resposta que temos, até o momento, dos empresários é que eles querem diminuir o salário, acabar com o vale-lanche e a cesta básica, isso é um absurdo”, declarou.

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou que foi notificado e se reuniu com os representantes do sindicato dos rodoviários, na tarde de hoje, porém não houve acordo.

O órgão disse ainda que há tempo, pois a data base é 1º de maio. “Vamos manter conversas com o sindicato e tentar chegar a um acordo em relação ao dissídio coletivo, já que dentre as reivindicações, os rodoviários pleiteiam 20% de reajuste salarial e, devido à grave crise econômica que atinge o país, as empresas também foram prejudicadas. Caso haja a greve, o Sinetram vai entrar com uma ação judicial para tentar impedir o movimento”, finalizou.

Por Kattiúcia Silveira

1 Comment

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  1. Raquel Cristina França Da Silva

    25 de abril de 2016 at 21:49

    Não é justo prejudicar os que precisa dos coletivos.

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