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Após madrasta, pai e tio de menina morta em Autazes também são presos

O pai, o  tio e a madrasta de Grazielly foram detidos a partir de um mandado de prisão preventiva - foto: divulgação

O pai, o tio e a madrasta de Grazielly foram detidos a partir de um mandado de prisão preventiva – foto: divulgação

Após a prisão de Gilmara França de Souza, 32, suspeita de ter matado a  enteada, Grazielly Santos da Costa, de 9 anos, no município de Autazes (a 113 quilômetros de Manaus), foram presos também nesta quarta-feira (24), o pai Gilbervan de Jesus Eloi, 33, conhecido como ‘Preto’, e o irmão dele, Gilbermilson de Jesus Eloi, o ‘Beto’, como principais suspeitos do crime.

De acordo com a Polícia Civil (PC), o assassinato chocou os moradores, que tentaram invadir a unidade policial do município. Uma equipe do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (FERA) da PC foi enviada em um helicóptero a Autazes para manter a integridade e escolta dos suspeitos para a capital amazonense.

Ainda de acordo com a  polícia, o pai, o  tio e a madrasta de Grazielly foram detidos a partir de um mandado de prisão preventiva, expedido na Comarca de Autazes pelo juiz Glen Hudson Paulain Machado.

Prisão

A prisão do trio foi realizada por policiais civis da 39ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), com o apoio de investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) da capital.

O titular da 39ª DIP, delegado Eleandro Granja, que investiga o caso, não revelou a motivação dos suspeitos para  matar a criança.

O crime

O corpo da estudante foi localizado em avançado em estado de decomposição, por um mateiro da região por volta das 13h de sexta-feira (19), no ramal do Tumbira na estrada do Rosarinho, que acionou a polícia do município. Na ocasião, o corpo da menina apresentava perfurações no quadril e tórax.

Após o corpo de Grazielly ser removido para exames de necropsia em Manaus, o Instituto Médico Legal (IML) apontou na última segunda-feira (22), um laudo preliminar que a criança foi morta por asfixia e as perfurações encontradas no corpo da menina foram decorrentes de bicadas de urubu, descartando a hipótese levantada pela polícia anteriormente como vítima de tiros.

Por Josemar Antunes (especial EM TEMPO Online)

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