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Após derrota para o Remo, na Arena da Amazônia, Lana deixa de ser técnico do Nacional

Nacional 1

 

Aderbal Lana não é mais técnico do Nacional. Após a derrota para o Remo, na noite desta segunda-feira (10), com mais de 10 mil torcedores na Arena da Amazônia, o técnico foi demitido do cargo.

O próprio Lana confirmou a saída na manhã desta terça-feira (11) durante entrevista a uma rádio local. Ele disse que sua saída do time foi decidida ainda ontem à noite, logo após a partida, durante reunião com o presidente do Nacional, Mário Cortez.

“Ficamos conversando até tarde e definiu-se a minha saída. É natural que isso aconteça, visto que a equipe não está tendo um bom desempenho na Série D”, admitiu o treinador, ressaltando que está tranquilo e que houve um acerto amigável.

Ele também disse que continua como funcionário do clube, sendo responsável pela coordenação das divisões de base.

O jogo
Embora tenha sido um jogo movimentado, Nacional e Remo estiveram longe de uma partida empolgante na noite de ontem. No final, aos 48 minutos do segundo tempo, com ótima jogada de Eduardo Ramos, o lateral-direito Levy deu a vitória ao time paraense.

O triunfo deixa o Remo em boa situação no Grupo A1 da Série D do Campeonato Brasileiro com dez pontos conquistados. Já o Nacional vê sua classificação à segunda fase do torneio ainda mais ameaçada. O Leão da Vila aparece em terceiro com apenas quatro pontos conquistados.

Na próxima rodada, enfrenta o Náutico em Roraima e o Nacional ficará de folga, voltando a campo novamente contra o Remo, no Mangueirão, em Belém. O grande problema é o Rio Branco-AC, que tem um jogo a menos e pode abrir a mesma vantagem do Remo, que hoje é de seis pontos. Restando ao Naça apenas mais quatro pontos. E não vai ser fácil.
Análise

O escanteio horroroso cobrado pelo lateral-direito Peter, onde a bola nem sequer adentrou o campo de jogo, foi o cartão de visitas do que seria a equipe nacionalina na partida.
Supreendentemente, o técnico Aderbal Lana começou a partida no esquema 3-6-1, com Peter e Romarinho soltos pelos lados do campo, e Charles e Danilo Rios com a obrigação de minuciar o atacante Júnior Paraíba. Ainda desentrosada, a equipe foi apática e sem organização na criação das jogadas.

Por equipe EM TEMPO

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