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Após atentado, promotor baleado recebe alta do hospital neste sábado

O promotor público Paulo Stélio Sabbá Guimarães, da 63ª Promotoria de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb), baleado na clavícula por dois homens, ainda não identificados pela polícia, na tarde de ontem (15) recebeu alta na manhã deste sábado (16).

A informação foi confirmada pela assessoria do Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, onde ele estava internado.

A assessoria informou ainda que o promotor passou por vários procedimentos clínicos, para averiguar a sua real situação, e após constatar que estava fora de perigo, recebeu alta.

Entenda o Caso

De acordo com a Polícia Civil, o fomentador estava chegando em sua casa, no Condomínio Itapuranga II, no bairro Ponta Negra, Zona Oeste da capital quando percebeu que estava sendo seguido por dois homens armados em uma moto não identificada, ambos com capacete.

Ao notar que estava em situação de perigo, o promotor começou a buzinar freneticamente para chamar a atenção de populares, quando foi alvejado com dois disparos na clavícula esquerda. Ainda segundo informações, os tiros pegaram de raspão. Em seguida, a dupla fugiu do local sem levar nada.

A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto, no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul da cidade, onde passa por avaliação médica.

O caso foi registrado no 19° Distrito Integrado de Policia (DIP) e será investigado pela Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (DERF), pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), com a coordenação da Secretaria Executiva Adjunta de Inteligência (Seai).

Nota

Em nota o Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) manifestou indignação contra o atentado ao promotor e classificou como “covarde” a conduta praticada, informando ainda que não se limitava a pessoa e sim a instituição como um todo.

A nota disse ainda que o órgão continuará investigando e combatendo a violência em geral, sobretudo, a patrocinada pelo crime organizado, sem perder de vista a guarda e a promoção da democracia, da cidadania, da justiça e da moralidade.

Por fim, o MP-AM manifestou solidariedade ao promotor e família e concluiu informando que “envidará todos os esforços para a elucidação deste grave delito, seja ele de que natureza for, e, via de consequência, a responsabilização rigorosa dos autores da agressão praticada contra o agente público, no exercício de sua função constitucional de garantir o cumprimento das leis e a efetividade do estado democrático de direito”, concluiu.

Por Mairkon Castro (especial EM TEMPO Online)

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