Dia a dia

Após 30 dias, polícia ainda não tem pistas sobre paradeiro de assessor desaparecido em Manaus

A família acredita que o assessor tenha comentado sobre o saque com alguém, o que pode ter motivado o rapto - foto: divulgação

A família acredita que o assessor tenha comentado sobre o saque com alguém, o que pode ter motivado o rapto – foto: divulgação

A Polícia Civil continua sem pistas sobre o paradeiro do assessor parlamentar Itamar Marinho Nunes, 44, desaparecido desde a tarde do dia do dia 30 de outubro. O homem, que trabalhava para o vereador Walfran Torres (PTC), sumiu após sacar a quantia de R$ 6 mil de um agência bancária localizada na avenida Boulevard Álvaro Maia, bairro Nossa Senhora das Graças, Zona Centro-Sul de Manaus.

A família acredita que o assessor tenha comentado sobre o saque com alguém, o que pode ter motivado o rapto. A irmã de Itamar, Núbia Martins Alves, 40, disse que Nunes não tem inimigos e desconhece se ele recebia ameaças de alguém.

“Ele deve ter dito que iria sacar o valor referente às arrecadações para a compra dos produtos que seriam sorteados no bingo de uma feijoada beneficente. Acreditamos que essa quantia motivou alguém a cometer o crime”, explicou Núbia.

Núbia enfatizou que várias pistas sobre o paradeiro de Nunes chagaram ao conhecimento dos familiares, porém, não tiveram fundamentos que levassem a sua localização.

“A polícia diz que o caso está sob sigilo e não podíamos nos precipitar com informações infundadas. Enquanto houver notícias vamos manter a esperança de encontrá-lo com o trabalho da polícia”, comentou a irmã.

Núbia Martins informou ainda que o vereador Walfran Torres vem se esforçando nas buscas pelo o assessor, mas até o momento as pistas ainda são insuficientes.

Por meio da assessoria, a titular da Delegacia Especializada de Ordem Política e Social (Deops), Catarina Saldanha, responsável pelo caso, diz que já tomou todas as providências necessárias para solucionar o desaparecimento do assessor parlamentar, mas ainda não chegou a uma conclusão. O caso segue em sigilo e as informações não serão repassadas à imprensa para não atrapalhar os procedimentos das investigações da ação policial.

A delegada descartou uma foto que circulou nas redes sociais como, supostamente, sendo do assessor. Já as imagens do circuito de segurança do banco onde Nunes sacou o dinheiro não foram disponibilizadas pela direção da agência para a Deops.

Esperanças

A família conta que todos os dias busca respostas para o desaparecimento de Nunes. Segundo Núbia Martins, as redes sociais, rádios, programas de televisão, além de cartazes são utilizadas como parte da mobilização para encontra-lo. Há um mês do seu desaparecimento, Núbia relembra que a última conversa com o irmão aconteceu no dia 26 de outubro deste ano.

Por Josemar Antunes

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Quis autem vel eum iure reprehenderit qui in ea voluptate velit esse quam nihil molestiae consequatur, vel illum qui dolorem?

Temporibus autem quibusdam et aut officiis debitis aut rerum necessitatibus saepe eveniet.

Copyright © 2016 EM TEMPO Online. Todos Os Direitos Reservados.

Subir