Dia a dia

‘Apitaço’ de servidores da Ufam pede autonomia para a instituição

Um grupo de professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realizou ato público na manhã desta quarta-feira (8), no Instituto de Ciência Humanas e Letras (ICHL). A passeata, promovida com um ‘apitaço’, reivindicava a autonomia da universidade, a suspensão do calendário acadêmico, além de direitos trabalhistas e o fim da terceirização.

Os docentes, que reclamam da interdependência da Ufam, criticam  o ataque a autonomia  universitária, garantida pela Constituição Federal. A Associação dos Docentes da Ufam (Adua)  e o comando de greve manifestam repúdio à medida judicial que impede o Conselho Universitário a deliberar a suspensão do calendário acadêmico.

Os grevistas só pretendem dar fim à greve após terem as reivindicações atendidas, mas respeitam alguns professores que preferiram não aderir ao movimento.

Entre as reivindicações dos grevistas estão 27% de reajuste escalonado, pois o governo federal autorizou somente 21%  para ser pago parcelado no decorrer de 4 anos. Segundo os grevistas, o reajuste não é aumento, e sim, uma reposição salarial e a defesa da carreira

Na última segunda-feira (29), o Ministério Público Federal (MPF-AM) se reuniu com representantes da Adua para esclarecer  que o grupo de professores que não optaram pela greve tenham  garantido o exercício do direito de greve dentro dos parâmetros legais.

A greve dos professores deflagrada desde o último dia 15, já vinha sido iniciada por parte dos técnicos da instituição desde o dia 28 de maio.

Por Conceição Melquíades

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