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Anamã é segundo município do Amazonas a entrar em estado de calamidade pública, por conta da cheia

A cidade já apresenta comprometimento dos serviços essenciais em escolas, postos de saúde, energia elétrica e correios – fotos: divulgação

A cidade já apresenta comprometimento dos serviços essenciais em escolas, postos de saúde, energia elétrica e correios – fotos: divulgação

O município de Anamã (a 165 quilômetros de Manaus), no baixo Solimões, entrou em estado de calamidade pública, segundo atestou na manhã desta sexta-feira (19) a Defesa Civil do Amazonas. A cidade já contabiliza 8.323 mil pessoas afetadas e órgão vai iniciar novo plano emergencial de atendimento às famílias afetadas.

“O município já vinha sendo atendido pelo governo do Estado com apoio técnico e ajuda humanitária. Com o decreto de calamidade reconhecido, deverá receber nos próximos dias, a quarta remessa de socorro”, afirmou o secretário Adjunto da Defesa Civil Am, Hermógenes Rabelo.

Anamã 3

Nessa fase de atendimento, as famílias serão contempladas com cestas básicas e kit’s dormitórios (redes e colchões). A cidade já recebeu anteriormente 27 toneladas de ajuda humanitária (alimentos não perecíveis, água potável, hipoclorito de sódio, kit’s dormitórios, filtros de água, kit’s medicamentos), além de 150 kit’s madeira, para a construção de pontes e marombas.

 

Anamã, que já apresenta comprometimento dos serviços essenciais em escolas, postos de saúde, energia elétrica, além do fechamento da agência dos correios, é a segunda cidade do Amazonas a decretar Estado Calamidade Pública este ano. O primeiro município foi Boca do Acre, na calha do Purus, que já apresenta descida gradativa do nível do rio.

Balanço

Ao todo, a cheia já afeta 52 município no Amazonas, estando 46 em situação de emergência, quatro em situação de alerta e dois em estado de calamidade. O n´mero de famílias afetadas já chega a 92.024, o que perfaz um número de pessoas na ordem de 460.191, de acordo com os dados da Defesa Civil.

Todos estão sendo assistidos pelo governo do Estado com ajuda humanitária, que já chega a 717 toneladas de alimentos não perecíveis, além de kit´s dormitório (colchões, redes, mosquiteiros) kit´s de higiene pessoas, medicamentos, filtros de água e hipoclorito de sódio.

Hoje

A Defesa Civil AM envia hoje para Manaquiri, no Baixo Solimões, 15 toneladas de alimentos não perecíveis, além de medicamentos e hipoclorito de sódio. O município Careiro Castanho, um dos últimos a decretar Emergência, também vai receber a partir de hoje, 20 toneladas de cestas básicas, remédios e o hipoclorito.

O volume de ajuda humanitária distribuída pelo órgão desde o início da enchente no mês de fevereiro subiu para 717 toneladas de alimentos, além de produtos de higiene pessoal, de dormitório, filtros de água , água potável, medicamentos e madeira.

Com informações da assessoria

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