Esportes

Amazonas se articula para reverter veto no Brasileirão

A Arena da Amazônia e outros estádios do Brasil estão sendo afetados pelo veto da venda de mando de campo pela CBF – Ione Moreno

Após o veto da venda de mando de campo durante o Campeonato Brasileiro 2017, o titular da Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), Fabrício Lima, está se articulando junto com representantes de outros estados para reverter a situação. A medida afeta diretamente a Arena da Amazônia, em Manaus, e outros estádio brasileiros que estão sendo impedidos de receber os jogos do Brasileirão em suas sedes.

De acordo com Lima, o momento é de união e conversa para fazer com que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) libere as partidas do campeonato fora do estado de origem.

“Nós já conversamos com Mato Grosso, Brasília, Natal. Juntos, vamos buscar conversar primeiro com a CBF para que possamos resolver isso de maneira amigável. Caso não consigamos, a ideia é entrar com uma ação na Justiça”, informou o secretário.

Com a proibição, a receita no Amazonas é prejudicada, pois o lucro obtido com os jogos é direcionado para o Fundo Estadual do Esporte, que apoia eventos esportivos locais como o Campeonato Amazonense e para manutenção da Arena Amazônia. Além disso, as partidas realizadas, em Manaus, impactam direto e indiretamente o comércio.

“Essa é a hora de se unir, se reinventar, ver novas opções para o movimento da receita. Caso não seja favorável a decisão, já estou articulando para que tenhamos jogos da Copa do Brasil, Sulamericana e também da Libertadores”, detalha o titular da Sejel.

Fabrício ainda frisou a importância da movimentação dos sócios-torcedores locais nas redes sociais por meio do uso da hashtag #LIBERACBF.

“Os torcedores são os maiores prejudicados. Não é todo mundo que tem a possibilidade de viajar para torcer pelo seu time. Então, com o apoio deles, nas redes sociais, é um reforço para que consigamos resolver essa questão da venda de mando de campo”, destaca.

Manoela Moura
EM TEMPO

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