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Alfredo Nascimento repassava propina ao PR, diz Delcídio em delação

Delcídio afirmou que o ex-ministro dos transportes usava a função privilegia para fazer acordos ilícitos  - foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Delcídio afirmou que o ex-ministro dos transportes usava a função privilegia para fazer acordos ilícitos – foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O atual deputado federal pelo Amazonas, Alfredo Nascimento (PR), foi apontado na delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT/MS), divulgada na íntegra nesta terça-feira (15),  por “articular vários investimentos espúrios com governadores de estados de vários partidos”. De acordo com Delcídio, o esquema foi realizado na época em que Alfredo Nascimento era ministro dos Transporte dos governos Lula e Dilma Rousseff.

Delcídio afirmou que o ex-ministro dos transportes usava a função privilegia para fazer acordos ilícitos  “através de um jogo combinado” entre ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli e o então secretário estadual  Edson Giroto,  para promover  “uma descentralização de todos os investimentos federais no Estado, de forma a facilitar a arrecadação de propina”.

Segundo a delação homologada hoje pelo ministro Teori Zavasckicom,“Edson Giroto foi quem ficou responsável pela operacionalização desta descentralização de investimentos, sendo que a propina arrecadada era repassada ao PR e ao PMDB, através de Alfredo Nascimento”.

Em nota divulgada na rede social Facebook, o político  negou a avaliou a acusação feita por Delcídio como “absurda e irresponsável”. “A citação de meu nome pelo senador Delcídio Amaral em sua delação divulgada nesta terça-feira (15) é absurda e irresponsável. Delcídio não apresenta qualquer prova ou mesmo indícios de minha participação em qualquer esquema ilícito. Estou absolutamente tranquilo porque nada de ilegal pratiquei. Alvo de outra falsa denúncia em 2011, fui investigado por dois anos pela Polícia Federal e Ministério Público e não encontraram absolutamente nada contra minha pessoa. Fui absolvido. Agora, novamente, tentam me envolver em escândalo sem qualquer fundamento, na base do “ouvi dizer”, de insinuações, de calúnias. Estou à disposição da Justiça para provar mais uma vez minha inocência”.

Por equipe EM TEMPO

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