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Aleam está indecisa sobre marcha do Pacto Federativo

Enquanto deputados de outros Estados brasileiros estão formando comitivas para participarem em conjunto da Marcha dos Deputados pelo Pacto Federativo, que acontece no próximo dia 14 na Câmara Federal, em Brasília, os do Amazonas mostram indecisão em participar do evento. Os parlamentares de todo o país vão apresentar propostas relacionadas à partilha de recursos públicos e respectivas obrigações da União, dos Estados, dos municípios e do distrito federal.

Por meio de sua assessoria, o presidente da Aleam, deputado Josué Neto (PSD), não confirmou sua ida para Brasília e também não soube informar quantos parlamentares devem participar da reunião. Conforme ele, até a tarde de ontem, 20 nomes tinham interesse em ir ao evento.

O vice-presidente da casa, Belarmino Lins (PMDB), mostrou indecisão em participar da marcha. Segundo ele, não existe um número exato de quantos parlamentares devem viajar a Brasília para debater o Pacto Federativo.

Conforme Belarmino, os deputados têm duas maneiras de fazer a viagem: por conta do Poder Legislativo ou com despesas pagas por meio da Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap). Segundo o vice-presidente, esta última opção é um dos indicativos de Josué Neto para que a Assembleia não tenha custo.

“O presidente orientou para que os parlamentares façam a viagem por meio da Ceap, para que a casa não tenha gastos. O Pacto Federativo é encabeçado por um movimento das assembleias brasileiras, que surgiu no Espirito Santo. Sobre a quantidade de deputados que devem ir, isso não sei, eu estou escrito para ir, mas não sei se vou”, disse Belarmino.

De acordo com o peemedebista, a intenção da marcha é reunir cerca de mil deputados de todos os Estados do Brasil, para que juntos possam discutir melhorias, dar sugestões e apresentar propostas à partilha de recursos públicos e respectivas obrigações da União.

O deputado Adjuto Afonso (PP) que é membro da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), informou que o evento tem o objetivo de trazer uma nova perspectiva para que as assembleias possam legislar. “Queremos dar sugestões, apresentar a discussão sobre a questão de legislarmos a respeito da criação de novos municípios, algo que não podemos fazer no momento”, disse Adjuto.

Henderson Martins

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