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Agentes de endemias fazem protesto, na Zona Oeste, e pedem melhores condições de trabalho

Aproximadamente 330 agentes participaram da mobilização - foto: Cecília Siqueira

Aproximadamente 330 agentes participaram da mobilização – foto: Cecília Siqueira

Aproximadamente 330 agentes de endemias realizaram um protesto, em frente à sede do governo do Amazonas, na avenida Brasil, Zona Oeste de Manaus, na manhã desta quarta-feira (4). Eles reivindicaram melhores condições salariais e de trabalho.

No dia 29 de outubro, os agentes protocolaram um ofício com as reivindicações na Casa Civil, porém, até o momento, não obtiveram respostas.

Entres as reclamações feitas pelo grupo, está o vale-alimentação que está atrasado há dois meses e o vale transporte, que não é pago desde o ano de 2010.

Segundo informações de Lorisval Pereira, um dos líderes do movimento, a manifestação é para cobrar uma resposta por parte do governador.

“Isso é um descaso com a nossa categoria, hoje viemos cobrar a resposta do ofício que protocolamos, mas não fomos atendidos nem pelo governador e nem pelo secretário da Casa Civil, Raul Zaidane”, disse o agente.

A categoria ainda informou que no dia 28 de setembro fez um acordo com a  Secretaria de Estado de Saúde (Susam) para trabalhar em horário corrido, já que não estava recebendo vale-alimentação, ou seja, os agentes começavam a trabalhar das 7h até ao meio dia, porém, a secretaria voltou atrás e pediu que os agentes voltassem ao horário normal, das 7h às 17h.

Cleuber Cavalcante, que trabalha como agente de endemias hé cinco anos, falou que as solicitações têm que ser atendidas, pois o horário corrido compromete a população, mas eles não podem aceitar  trabalhar o dia todo sem receber o vale-alimentação.

“Se continuarmos trabalhando só pela manhã, a população vai sofrer as consequências, ainda mais que estamos no período em que a malária está em alta”, disse.

De acordo com os Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito de Manaus (Manaustrans), o protesto afetou o trânsito por meia hora.

A reportagem aguarda um posicionamento do governo do Estado sobre a reivindicação dos agentes.

Por Mara Magalhães

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