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Academias são interditadas após fiscalização, em Manaus

A fiscalização ocorreu após inúmeras denúncias nestes estabelecimentos - foto:  Michelle Freitas

A fiscalização ocorreu após inúmeras denúncias nestes estabelecimentos – foto: Michelle Freitas

Duas academias foram interditadas, em Manaus,  na manhã desta quinta-feira (8), durante uma fiscalização  do Conselho Regional de Educação Física (CREF 8), em parceria com o Programa Estadual de Proteção, Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-AM), por apresentarem várias irregularidades. Entre as principais, estão  saída de emergência, alvará de funcionamento, além de professores. Os estabelecimentos foram multados e lacrados devido as irregularidade, mas podem recorrer da decisão.

Segundo o agente de fiscalização do CREF 8, Wagner Cunha, a ação ocorreu após inúmeras denúncias destes estabelecimentos. Ele destacou que os locais fiscalizados são reincidentes e que já foram notificados pelo menos três vezes. “Já estivemos nessas academias outras vezes e as irregularidades são as mesmas: falta de professores, falta de alvará e saída de emergência”, explicou.

A primeira academia a ser fiscalizada foi a ‘Top Fitness’, localizada na rua dos Caruais, no bairro Nossa Senhora de Fátima. A mesma não possuía certificado de expansão do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária, alvará de funcionamento, código de defesa do consumidor e placa informativa do órgão. O dono do estabelecimento, Marcos Francisco, revelou que a academia funcionava há pouco tempo e que vai se regularizar o mais rápido possível.

De acordo com Cunha, o proprietário do estabelecimento não apresentou documentação de  necessária para funcionamento. O estabelecimento também não possui saída de emergência. “Encontramos problemas físicos, no local, como a falta de saída de emergência. Também não tinha documentação, por isso tivemos que lacrar”, comentou.

A segunda academia a ser fiscalizada foi a ‘Stop Fitness’, situada na avenida Peixe Cavalo, bairro União da Vitória, também foi interditada, apresentando as mesmas irregularidades que a primeira. A proprietária do estabelecimento, Luciana Medeiros, comentou que vai se regularizar o mais breve possível. “Quando chegamos aqui não havia instrutor, ele só chegou durante a fiscalização, o que não é aceitável. Ambos os estabelecimentos foram multados o primeiro em R$ 512 e o segundo em R$ 1024. Os podem recorrer a decisão até 30 dias”, destacou Cunha.

O chefe de fiscalização do Procon-AM, Audryn Hiran Luz, revelou que o órgão esteve presente na ação, para atender os clientes que se sentissem lesados pelos estabelecimentos. Ele disse ainda, que as principais reclamações de alunos dessas academias, são falta de professor e lesão sofrido por falta de orientação profissional durante os exercícios.

Por Michelle Freitas

 

 

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