Opinião

A volta de Liberman

 
Após exercer quatro mandatos consecutivos como deputado estadual e de ser presidente da Unale, Liberman Moreno assume a presidência do Sindifisco-AM, após ser eleito com 49% dos votos. Está de volta à casa dos auditores fiscais do Amazonas, onde tudo começou.
Na posse, prestigiada por José Melo, governador em exercício, e demais autoridades dos três poderes e de importantes entidades classistas, Liberman destacou a pujança do Amazonas, do distrito industrial e da força e importância do grupo fisco para o nosso Estado, cuja formação é destaque através da ocupação de cargos importantes, tais como o secretário de Estado da Fazenda, Afonso Lobo e o superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira.
Em discurso, do qual recorto trechos, foi acolhedor, sereno, mas firme: “Queremos conclamar a todos para praticarmos um dos lemas de nossa campanha, a união. Sem isso não teremos a sustentação necessária para transpor os desafios, que serão muitos, na busca incessante de novas conquistas e a manutenção do espaço conquistado pelos que nos antecederam em outras administrações”.
“Igualmente dirijo-me aos meus companheiros que compuseram as duas outras chapas, para afirmar que o meu sentimento não é de vencedor e derrotados. Muito pelo contrário, é que nós queremos gestos de compartilhamento numa união que possa nos levar a uma luta conjunta, nós precisamos muito de vocês. Venham unir-se a nós, a disputa acabou. Em política diz-se que é hora de desarmar os palanques e vamos todos ao trabalho e na linguagem bélica diz-se vamos ensarilhar as armas, a guerra acabou, o que significa dizer vamos tirar os sabres da ponta dos fuzis e guardá-los”.
Liberman passa a comandar uma entidade composta por profissionais que têm um papel fundamental na sustentação dos programas de governo através da arrecadação estadual. “Nosso papel, portanto, consiste em dar respostas ao governo do Estado, na execução de seus programas previstos nos PPAs, bem como dar sustentabilidade nas arrecadações municipais que estão suportadas em boa parte nos 25 por cento do repasse do ICMS que, graças a nossa categoria, aos demais servidores desta casa e ao apoio decisivo do nosso secretário Afonso Lobo, cuja sintonia com sua excelência o governador Omar Aziz, tem sido possível crescer, mesmo diante de tantas adversidades enfrentadas no plano nacional, ora com o governo federal, ora com os demais Estados da Federação Brasileira quase sempre comandados pelos Estados do Sul e Sudeste destacando-se o rico Estado de São Paulo, e isso já vem de longas datas, basicamente pela incompreensão de não querer entender que o modelo aqui implantado na década de 60 não só foi bom para a região como foi bom para todo o país”.
“A preservação de grande parte da Amazônia, principalmente a área onde está o Estado do Amazonas é uma realidade, não só para o país, mas para o mundo, sustentado num modelo onde a concentração de indústrias na capital amazonense de maneira natural atraiu muitos irmãos brasileiros que aqui chegaram, não para passar uma chuva, mas para nossa alegria, ficarem definitivamente como nossos irmãos amazonenses que nos ajudam no nosso desenvolvimento”.
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