Dia a dia

Dívidas do Garantido são de R$ 36 mi, diz auditoria

Pela primeira vez na história do Festival Folclórico de Parintins, os membros da Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido tiveram conhecimento da verdadeira realidade financeira da agremiação. Os dados foram revelados ontem pela manhã, na assembleia realizada na Cidade Garantido, convocada pela atual diretoria do boi.

Hoje, segundo dados da auditoria encomendada pelo parintins (AM) – Pela primeira vez na história do Festival Folclórico de Parintins, os membros da Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido tiveram conhecimento da verdadeira realidade financeira da agremiação. Os dados foram revelados ontem pela manhã, na assembleia realizada na Cidade Garantido, convocada pela atual diretoria do boi. Segundo dados da auditoria encomendada pelo presidente Adelson Albuquerque e o vice Fábio Cardoso, o bumbá deve R$ 36 milhões entre dívidas fiscais e judiciais. Segundo o presidente Adelson Albuquerque, a atual diretoria não quer de maneira alguma estabelecer dentro do boi um clima de “caça às bruxas”.

“O objetivo é mostrar os fatos, apontar soluções e procurar tirar lições. Poderíamos ter feito uma radiografia maior, mas o custo desse serviço é alto. Vamos juntos buscar soluções para juntos reconstruirmos o Garantido forte dentro e fora da arena”, disse o presidente do Garantido, Adelson Albuquerque.

Ele anunciou ainda que a partir do mês de julho, após o Festival Folclórico de Parintins, o Garantido vai convocar uma assembleia para dar continuidade a esse trabalho de transparência no boi.

Auditoria

A auditoria foi realizada pela empresa F12 Contabilidade. Ela apurou que tramitam na Justiça cerca de cem ações contra o boi. Segundo Adelson, dessas ações, 60% são de origem fiscal e 40% dívidas judiciais.

A maior dívida judicial que o Garantido enfrenta é relacionada à ex-cunhã-Poranga do boi, Jaqueline Marques, que cobra do bumbá R$ 4 milhões de reais por indenização devido ao acidente que sofreu defendendo o item no bumbódromo.

O responsável pela análise das contas passadas do Boi Garantido foi o auditor-fiscal Fernando Fernandes. Ele explicou que a auditoria trabalhou com análises, avaliações e levantamentos das contas do boi desde 1995. “A dívida levantada foi de R$ 36 milhões. Mas, são valores atualizados até dia 31 de dezembro de 2014, e algumas coisas já foram pagas”, disse.

Esclareceu também que “a dívida vem de gestões anteriores, débitos tributários, débitos judiciais, que deixaram de ser feitas as comprovações, e os procedimentos técnicos necessários para isso”, explicou.

Fernando Fernandes salientou que o presidente Adelson Albuquerque tem “trabalhado, com tanto afinco para solucionar ou melhorar todas as ações administrativas, seja na parte trabalhista, seja na parte fiscal, seja na parte tributária, na parte da gestão ele tem inovado bastante, para trazer de novo a credibilidade do Boi Garantido perante aos seus associados, perante

a sociedade”.

Dívida

A auditoria apontou que a gestão do ex-presidente Telo Pinto teria deixado de prestar contas de recursos na ordem de R$ 2,040 milhões e que teria uma confissão de dívida com a empresa de Ana Paula Perrone no valor de R$ 100 mil.

O ex-presidente negou a confissão de dívida em favor de Ana Paula Perrone e disse que já prestou contas do valor mencionado

pelo auditor.residente Adelson Albuquerque e o vice Fábio Cardoso,o bumbá deve R$ 36 milhões entre dívidas fiscais e judiciais. Segundo o presidente Adelson Albuquerque, a atual diretoria não quer de maneira alguma estabelecer dentro do boi um clima de “caça às bruxas”.

“O objetivo é mostrar os fatos, apontar soluções e procurar tirar lições. Poderíamos ter feito uma radiografia maior, mas o custo desse serviço é alto. Vamos juntos buscar soluções para juntos reconstruirmos o Garantido forte dentro e fora da arena”, disse o presidente do Garantido, Adelson Albuquerque.

Ele anunciou ainda que a partir do mês de julho, após o Festival Folclórico de Parintins, o Garantido vai convocar uma assembleia para dar continuidade a esse trabalho de transparência no boi.

Auditoria

A auditoria foi realizada pela empresa F12 Contabilidade. Ela apurou que tramitam na Justiça cerca de cem ações contra o boi. Segundo Adelson, dessas ações, 60% são de origem fiscal e 40% dívidas judiciais.

A maior dívida judicial que o Garantido enfrenta é relacionada à ex-cunhã-Poranga do boi, Jaqueline Marques, que cobra do bumbá R$ 4 milhões de reais por indenização devido ao acidente que sofreu defendendo o item no bumbódromo.

O responsável pela análise das contas passadas do Boi Garantido foi o auditor-fiscal Fernando Fernandes. Ele explicou que a auditoria trabalhou com análises, avaliações e levantamentos das contas do boi desde 1995. “A dívida levantada foi de R$ 36 milhões. Mas, são valores atualizados até dia 31 de dezembro de 2014, e algumas coisas já foram pagas”, disse.

Esclareceu também que “a dívida vem de gestões anteriores, débitos tributários, débitos judiciais, que deixaram de ser feitas as comprovações, e os procedimentos técnicos necessários para isso”, explicou.

Fernando Fernandes salientou que o presidente Adelson Albuquerque tem “trabalhado, com tanto afinco para solucionar ou melhorar todas as ações administrativas, seja na parte trabalhista, seja na parte fiscal, seja na parte tributária, na parte da gestão ele tem inovado bastante, para trazer de novo a credibilidade do Boi Garantido perante aos seus associados, perante
a sociedade”.

 

Dívida

A auditoria apontou que a gestão do ex-presidente Telo Pinto teria deixado de prestar contas de recursos na ordem de R$ 2,040 milhões e que teria uma confissão de dívida com a empresa de Ana Paula Perrone no valor de R$ 100 mil.

O ex-presidente negou a confissão de dívida em favor de Ana Paula Perrone e disse que já prestou contas do valor mencionado
pelo auditor.

 

 

Por Tadeu de Souza (Equipe EM TEMPO)

2 Comments

2 Comments

  1. Euripedes Jr.

    23 de maio de 2015 at 16:14

    O certo era a justiça reter de 20 à 40 % da receita anual para o pagamento , sem falar no curral e galpão para serem leiloados , seja no Garantido ou Caprichoso .

  2. Amazonense

    18 de maio de 2015 at 12:58

    Eu nao sei ate quando o governo e as empresas vao continuar alimentando os famigerados diretores desses dois bois-bumbás de Parintins, derramando dinheiro em cima deles. Como se vê no caso do Garantido, a divida de R$ 36 milhoes nao se justifica, porque todos os anos eles recebem dinheiros para esse festival. Os bois contratam, gastam, nao pagam os trabalhadores, nao pagam os autores e compositores e essa dinheirama anual vai para as diretorias se locupletarem. E ai a conta e os processos na justica so aumentam, porque eles nunca tem dinheiro em caixa para pagar e nem para negociar dividas. Ja está no tempo do governo e as empresas que derramam dinheiro em em cima desses bois, passem a cobrar e a punir os ladroes que usam das agremiações para se aproveitarem.

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