Dia a dia

50 mil atendimentos são realizados pela Lacc em seis meses

Um terço dos benefícios concedidos pela Lacc vão para pacientes de Manaus | Divulgação

Cerca de 50 mil atendimentos voltados a pacientes oncológicos de baixa renda, que necessitam de tratamento especializado na capital, foram realizados pela Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc), no primeiro semestre deste ano. As atividades contam com apoio da sociedade.

Segundo o presidente da entidade, mastologista Jesus Pinheiro, a maior parte das doações que subsidiam os projetos sociais desenvolvidos pela ONG, vem da própria população, através de canais como o call center (92-2101-4949) e o portal da entidade na internet (www.laccam.org.br).

A ONG realiza projetos como o custeio de aluguéis sociais, a doação mensal de aproximadamente 100 cestas básicas, a distribuição diária de lanches na FCecon (Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas), o transporte de pacientes em tratamento de quimioterapia e radioterapia do hospital para a casa, a destinação de kits alimentares e de higiene pessoal, além do suporte às ações de prevenção e cuidados paliativos junto à FCecon.

Leia também: Amazonas assume obra federal para ampliação de atendimentos na FCecon

Um terço dos benefícios concedidos pela Lacc vão para pacientes de Manaus. O restante abrange pessoas dos demais municípios do Amazonas, de estados e países vizinhos, em sua maioria.

“Para se ter uma ideia, estamos auxiliando até um paciente do Peru e outro da Guiana Inglesa. A procura por ajuda tem aumentado significativamente e, para darmos continuidade aos nossos projetos e ações, precisamos do apoio da sociedade. Só assim, poderemos prestar ajuda a quem precisa. Hoje, nossa lista inclui crianças e adultos portadores de câncer que necessitam de algum tipo de auxílio e que às vezes chegam a Manaus sem saber a quem recorrer”, explicou Pinheiro.

Ele ressalta que um importante projeto da instituição, continua dependendo do aumento da receita, para passar ter início. “Temos uma sede com hospedaria própria, pronta para entrar em funcionamento. Ocorre que os custos são altos. Precisamos de, no mínimo, mais R$ 100 mil/mês em contribuições para a manutenção da alimentação nos pacientes, limpeza, medicamentos, entre outros. A crise econômica que se estabeleceu no País também afetou nossa arrecadação. Agora, estamos lutando para garantir uma recuperação o mais breve possível e acreditamos na solidariedade”, concluiu.

Com informações da assessoria

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