Economia

 FNO terá recursos para o setor energético da região

 

Projetos voltados para a geração de energia por parte de centrais fotovoltaicas terão aporte do FNO - foto: Diego Janatã

Projetos voltados para a geração de energia por parte de centrais fotovoltaicas terão aporte do FNO – foto: Diego Janatã

O financiamento a pequenas centrais hidrelétricas, parques eólicos e centrais fotovoltaicas, pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), e o investimento em projetos de infraestrutura urbana, pelo Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), foram aprovados nesta terça-feira (18) durante a 15ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Condel – Sudam), em Belém (PA).

Com a decisão, o FNO passa a financiar até 60% do investimento total de empreendimentos voltados à geração de energia por aproveitamento das fontes de biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, parques eólicos e centrais fotovoltaicas.

Já no setor de infraestrutura urbana, a partir de agora será possível abrir financiamentos para a implantação de centros administrativos voltados à prestação de serviços aos cidadãos ofertados pelo poder público. Para ter acesso aos recursos é preciso que o projeto obedeça aos princípios de sustentabilidade.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, que presidiu a reunião, defendeu que a Sudam, os governos estaduais e organizações trabalhem de forma integrada na busca por mais desenvolvimento da Amazônia.

“Nós estamos aqui em favor Brasil, dos nossos Estados e da nossa região. Todos temos uma bandeira única, que é o desenvolvimento da Amazônia. E o papel do Ministério da Integração Nacional, da Sudam e desse Condel contam com a deliberação de todos os governadores dos Estados. Portanto, as decisões são coletivas, colegiadas e legitimadas”, explicou o ministro.

De acordo com o superintendente da Sudam, Paulo Roberto Correia da Silva, o órgão administra o Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), que disponibilizou recursos de, aproximadamente, R$ 4 bilhões para financiamentos nos últimos 9 anos.

“Esses recursos geraram investimentos de quase R$ 21 bilhões. Neste período, mais de R$ 16,5 bilhões já foram injetados no setor produtivo, quase 1,9 mil incentivos fiscais foram concedidos e mais de 100 mil empregos diretos e indiretos”, disse.

O superintendente ressaltou que o Ministério da Integração Nacional criou o Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento da Amazônia, com objetivo de ampliar ainda mais esses investimentos. “Em menos de um mês, esse grupo já apresentou significativos resultados para o desenvolvimento da região”, completou.

 

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